Miscelâneas
Colapse Cities
Cities on which no urbanity nor public spaces are offered

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1 - Cities which prioritize highways and individual automobile transportation, thus creating isolated and segregated sectors of the city and lifeless places.

2 - Cities where physical and social separation, along with transportation issues, bring about crime and violence.

3 - Cities that have not invested in public transportation and still incentivize car usage.

4 - Cities that have been rapidly transformed by the globalization of capitalism and marked by a social exclusion—a spatial apartheid—which is an exclusion from the ability to access and enjoy the assets of urban resources and culture.

5 - Cities characterized by suburban sprawl and land dominated by highways, big-box shopping centers, low-density suburban housing, and the nearly complete absence of public space.

6 - Cities where you can verify a passive subordination of intelligences to ups and downs of "casino capitalism";

7 - Cities where urban warfare opposes intensely closed wealthy communities, where the police and drug traffickers exert violence over innocent and effectively trapped communities.

8 - Cities where an unformless and sparse mass of privilege`s enclaves floting adrift, separated by constructions (without any quality) that extend without limits consuming territories, determining paradoxically a condition of collective incarceration;


1 - Cidades que privilegiam vias expressas e o transporte individual, criando setores segregados e espaços sem futuro;

2 - Cidades onde a separação física e social, e os problemas de transporte, levam à violência;

3 - Cidades que não investem em transporte público e que incentivam a utilização do automóvel;

4 - Cidades transformadas abruptamente pelo capitalismo globalizado em território de especulação imobiliária, marcados pela escalada de exclusão social, o apartheid espacial, e a exclusão do disfrute dos equipamentos culturais e da urbanidade;

5 - Cidades esparramadas, com uma ocupação difusa do território dominado por vias expressas, shoppings centers, condomínios suburbanos de baixa densidade, e ausência quase total de espaços públicos;

6 - Cidades onde se verifica uma subordinação passiva das inteligências aos designios do capitalismo de cassino;

7 - Cidades onde a guerra urbana opõe brutalmente enclaves fortificados dos grupos afluentes, aos lugares onde a polícia e os traficantes exercem sua violência sobre populações encurraladas;

8 - Cidades onde uma massa informe e esparsa de enclaves de privilégio flutua à deriva, separada por construções (sem nenhuma qualidade) que se extendem sem limites consumindo territórios e determinando paradoxalmente uma condição de encarceramento coletivo;

9 - Por este conjunto de motivos as discussões hoje devem passar para o plano do urbano-social, visando o bem-estar de todos e a sustentabilidade pós-Kyoto. É necessário discutir o futuro realista das cidades, o que exige repensar e reformular as relações entre a cidade, a urbanidade e o espaço público;

10 - É necessário definir quais conceitos, programas e ações podem funcionar como referências válidas?


L’EFFONDREMENT DES VILLES

LES VILLES OU NE SONT OFFERTS NI URBANITE NI ESPACES PUBLIQUES

1- Les villes qui privilégient les autoroutes et le transport automobile individuel, créant ainsi des secteurs isolés de la ville et des espaces désertiques.

2- Les villes où une rupture physique et social couplée aux problèmes de mobilités et de transport engendrent le crime et la violence.

3- Les villes qui n’investissent pas dans les transports publiques mais favorisent l’usage de l’automobile

4- Les villes rapidement transformées par la globalisation du capitalisme, marquées par une exclusion social, véritable Apartheid spatial qui exclu l’accès et l’utilisation des équipements publics et culturels.

5- Les villes caractérisées par un étalement suburbain dominé par les autoroutes, les centres commerciaux, les lottissements à faible densité et l’abscence quasi totale d’espaces publics.

6- Les villes où se vérifie une subordination passive des intelligences aux aléas du “capitalisme de casinos”

7- Les villes où la guerre urbaine oppose fortement les enclos fortifiés des communautés immigrés et où la police et les trafficants de drogues exercent leur violence sur une population innocente pris au piège.

8- Les villes où une masse informe et dispersé d’enclos de privilège fluctuant à la dérive, séparé par des constructions (sans grande qualité) qui s’étendent sans limites consommant des territoires entiers et déterminant paradoxalement une condition d’incarceration collective.

9- Pour toute ces raisons, les débats d’aujourd’hui doivent passer par une planification urbano-sociale intelligente, visant aux bien-être de tous et au développement durable post-Kyoto.
Il s’agit aujourd’hui de penser un future réaliste et néccessaire des villes qui exige de reconsidérer et de reformuler les relations entre ville, urbanité et espaces publics.

10- Il est néccessaire de définir, quels sont les concepts, les programmes et les actions qui peuvent fonctionner comme références valides?

 

Jorge Mario Jáuregui